terça-feira, março 20, 2007

Só um Estado que defenda o princípio da diferença, dispõe de instrumentos para gerir a diversidade e proporcionar condições para combater a exclusão. Sim, porque a exclusão religiosa é também uma modalidade de exclusão social e a liberdade religiosa é um direito contemplado na Carta dos Direitos Humanos.

5 Comments:

Blogger ines said...

Este texto foi retirado do Jornal de noticias, numa ediçao dedicada a pensar na religiao.

3/20/2007 7:29 p.m.  
Blogger Salvador said...

eu acho que esta muito interessante

3/20/2007 8:03 p.m.  
Blogger ines said...

Publico este documento, porque acho que este blog deve servir essencialmente para a discussão e debate de ideias.
A minha intenção ao colocar uma coisa deste tipo é que pensemos que a religião é um assunto de grande importância social que interessa a todos, e que representa hoje um tema de elevada importância.
Hoje em dia a religião é o motivo de muitas discórdias e de muitos conflitos.
Afinal a religião é respeitada no século XXI?

3/21/2007 8:52 p.m.  
Blogger Francisco said...

Concordo e acho o artigo interessante na medida em que haver guerras por causa da religião é no mínimo estúpido. É como andar a discutir: o deus que eu venero é que é o verdadeiro. Não, o meu é que é! ...isso não faz sentido!

3/22/2007 6:08 p.m.  
Blogger Nuno BL said...

A exclusão também inclui a defesa da laicização como meio de impedir a religiosidade. Ou seja, acho que já é pacífico que deve haver separação da Igreja e do Estado, pois cada um deve tratar das suas respectivas "competências". Também já é comummente aceite que a legislação de um Estado, não sendo de inspiração religiosa, se destina a um determinado povo e Estado, pelo que não pode deixar de reflectir, em maior ou menor medida, a herança cultural desse povo, na qual se inscreve a sua "herança moral" e/ou religiosa.
Mas nem o Estado deve atacar qualquer confissão religiosa, nem vice-versa. É por isso que me perturba completamente qualquer fundamentalista, seja religioso ou anti-religioso (assim, tipo Francisco Louçã, estão a ver?).
É com o contacto com a diversidade que crescemos, pois a nossa religiosidade passa a ser uma opção em vez de uma inevitabilidade. Ainda que os vossos pais corram o risco de um de vocês querer vir a ser budista, o facto é que a vossa pindividualidade tem a impressão indelével da educação que tiveram e, tal como o filho pródigo, a ela regressarão.

3/27/2007 6:38 p.m.  

Enviar um comentário

<< Home